ILUSÃO
Bocarra escancarada, a noite vem
Roubando todo o viço do sentido
Jogando aos pés o brilho do vestido
Que o amor timbrou no olhar, e agora sem...
Ação não mais restou que desistir
Num canto descansar sem reclamar
E esperar que o sol ou o luar
Colora em nova luz, riso a dormir...
No escuro sem qualquer expectativa
Refém de uma vontade em carne viva
Desisto de dar murro sobre a mesa...
Sobrou me abandonar na correnteza
Deixa-me ser levado em exaustão
Ao mundo de um talvez, fria ilusão
ANA MARIA GAZZANEO
BRAGANÇA PAULISTA
SÃO PAULO
MAIO 2018
Roubando todo o viço do sentido
Jogando aos pés o brilho do vestido
Que o amor timbrou no olhar, e agora sem...
Ação não mais restou que desistir
Num canto descansar sem reclamar
E esperar que o sol ou o luar
Colora em nova luz, riso a dormir...
No escuro sem qualquer expectativa
Refém de uma vontade em carne viva
Desisto de dar murro sobre a mesa...
Sobrou me abandonar na correnteza
Deixa-me ser levado em exaustão
Ao mundo de um talvez, fria ilusão
ANA MARIA GAZZANEO
BRAGANÇA PAULISTA
SÃO PAULO
MAIO 2018